Era uma vez uma menina chamada Amanda, que sonhava em viajar pelo espaço. Com um pouco de imaginação e um monte de papelão, suas aventuras estavam prestes a começar.
Amanda e a Nave Feita de Papelão
Amanda sempre olhava para o céu estrelado e sonhava em ser astronauta. Certa noite, enquanto as estrelas brilhavam intensamente, ela decidiu que era hora de construir uma nave espacial. No quintal de casa, encontrou caixas de papelão, fitas adesivas e tintas coloridas. Com um sorriso no rosto, começou a trabalhar.
— Vou construir a melhor nave já vista! — exclamou Amanda, animada.
Ela cortou e colou as caixas, criando uma estrutura que se parecia com uma espaçonave. Pintou cada detalhe com estrelas, planetas e até uma grande lua. Após horas de trabalho, ela deu o último toque, pendurando uma bandeira de papel que escrevia “Exploradora do Espaço”.
Quando terminou, Amanda subiu dentro da nave. Ela se acomodou em uma cadeira feita de almofadas e colocou um capacete improvisado feito com uma tigela de plástico. Olhando pela janela da nave, ela sussurrou:
— Preparar para a decolagem em 3… 2… 1…
E, em sua imaginação, a nave começou a tremer e a subir. Ela fechou os olhos e, em um instante, estava flutuando entre as estrelas.
— Uau! Olha aquelas constelações! — disse ela, apontando para o céu da sua mente.
Amanda imaginou que estava visitando planetas diferentes. No primeiro planeta, tudo era de chocolate, e as árvores eram feitas de pirulitos.
— Que lugar delicioso! — pensou, enquanto fingia morder uma maçã de chocolate.
No próximo planeta, encontrou criaturas curiosas que dançavam ao som de músicas que ela mesma inventava. Amanda girava e rodopiava, se divertindo com os novos amigos.
— Vamos dançar juntos! — ela gritava, cheia de alegria.
Mas, enquanto explorava, Amanda percebeu que a nave estava começando a perder altitude. A preocupação apareceu em seu rosto.
— Oh não, o combustível está acabando! — ela pensou, lembrando-se que, na verdade, a nave só existia na sua imaginação.
Decidida a voltar, ela se lembrou das histórias que seu pai sempre contava sobre a determinação de se superar. Com isso em mente, começou a “manobrar” a nave com toda a força que tinha.
— Vamos lá, nave! Um último esforço! — incentivou-se.
E assim, Amanda fez o possível para controlar a nave até que ela finalmente pousou suavemente de volta no quintal. Com um suspiro de alívio, ela saiu da nave improvisada e olhou em volta, satisfeita.
— Eu consegui! — exclamou, com um brilho nos olhos.
Sabia que, mesmo que tudo tivesse sido apenas um sonho, a aventura valia a pena. Naquela noite, a menina adormeceu sonhando com estrelas e novos planetas, enquanto a lua a observava, como se dissesse: “Suas aventuras estão apenas começando”.
Perguntas sobre a história
- O que Amanda usou para construir sua nave?
- Que tipo de planetas Amanda visitou em sua imaginação?
- Como Amanda se sentiu quando percebeu que a nave estava perdendo altitude?
- Quais palavras de incentivo ajudaram Amanda a voltar para casa?
- O que você faria se pudesse construir sua própria nave espacial?
- Por que as histórias que os pais contam são importantes para as crianças?
- Qual é o lugar mais incrível que você gostaria de visitar?
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