Em uma pequena cidade, um garoto chamado Eduardo sonhava em explorar o espaço. Sua curiosidade o levaria a uma incrível aventura.
Eduardo e a Máquina de Voltar para Casa
Eduardo era um menino de dez anos, apaixonado por estrelas e planetas. Todas as noites, ele se sentava no quintal, olhando para o céu escuro, pontilhado de estrelas brilhantes. Seu pai, um astrônomo, sempre contava histórias sobre as constelações e os mistérios do universo.
— Pai, você acha que um dia eu posso ir para o espaço? — perguntava Eduardo, os olhos brilhando de esperança.
— Claro, meu filho. Com dedicação e estudo, você pode fazer qualquer coisa — respondia seu pai, sorrindo.
Um dia, enquanto explorava o sótão da casa, Eduardo encontrou uma caixa velha coberta de poeira. Ao abri-la, ficou surpreso ao encontrar peças de metal, fios coloridos e um manual com a inscrição “Máquina de Voltar para Casa”.
— Uau! Isso parece uma máquina do tempo! — exclamou ele, segurando as peças com as mãos trêmulas.
Com a ajuda de seu melhor amigo, Lucas, eles começaram a montar a máquina. A cada peça que se encaixava, a empolgação crescia. O cheiro de metal misturado com a poeira do sótão parecia mágico.
— Você realmente acha que isso vai funcionar? — perguntou Lucas, um pouco receoso.
— Só há uma maneira de descobrir! — respondeu Eduardo, determinado.
Após horas de trabalho, a máquina finalmente estava montada. Eles decidiram que a primeira viagem seria até a Lua, um lugar que sempre fascinou Eduardo. Com um sorriso nervoso, ele apertou o botão que dizia “Iniciar”.
Num instante, a sala se iluminou e um forte vento começou a soprar. Eduardo e Lucas fecharam os olhos e, quando os abriram novamente, estavam em um lugar completamente diferente. O céu era negro e as estrelas pareciam mais próximas do que nunca.
— A gente conseguiu! Estamos no espaço! — disse Eduardo, pulando de alegria.
Eles flutuavam em um módulo espacial, com a Terra visível ao longe, uma bola azul reluzente. Eduardo não conseguia conter a emoção.
— Olha lá! A Lua! — apontou ele, vendo o satélite prateado se aproximar.
Eles se dirigiram à superfície lunar. Ao pousar, Eduardo sentiu a gravidade mais leve. Ele saltava e ria, maravilhado. Lucas também estava encantado, tirando fotos e admirando as crateras.
— Isso é incrível! — gritou Lucas. — Nunca pensei que veríamos algo assim!
Enquanto exploravam, encontraram uma bandeira deixada por astronautas. Eduardo se aproximou e, olhando bem de perto, sentiu um carinho por aqueles que haviam estado ali antes.
— Eles também sonhavam em chegar aqui, assim como nós — refletiu ele.
Mas, no meio da diversão, Eduardo percebeu algo. A máquina estava começando a apitar e a luz piscava.
— O que está acontecendo? — perguntou Lucas, preocupado.
— Acho que precisamos voltar antes que a máquina nos deixe aqui! — gritou Eduardo.
Correu até a máquina e apertou o botão “Voltar”. As luzes se apagaram e, de repente, eles estavam de volta ao sótão, um pouco ofegantes, mas rindo.
— Foi a melhor aventura de todas! — disse Lucas, sorrindo.
Eduardo, com os olhos brilhando, pensou em tudo que havia aprendido. Ele sabia que, mesmo voltando para casa, o espaço sempre estaria em seu coração.
— Vamos continuar sonhando, Lucas. Um dia, talvez possamos ir de verdade! — afirmou, já se imaginando como um astronauta.
A noite caiu, e Eduardo voltou para o quintal. Olhando para as estrelas, ele sussurrou para elas.
— Um dia, eu voltarei.
Perguntas sobre a história
- Você já sonhou em ir para o espaço?
- O que você diria a Eduardo sobre sua aventura?
- Qual é o seu planeta favorito e por quê?
- O que você acha que os astronautas sentem ao estar no espaço?
- Se você tivesse uma máquina do tempo, para onde iria?
- Como você imagina o espaço?
- O que você aprendeu com a história de Eduardo?
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