Nesta história, Natália enfrenta um grande mistério na escola: a prova que desapareceu. Acompanhe sua jornada de descoberta e amizade!
Natália e a Prova que Desapareceu
Era uma manhã ensolarada na Escola Municipal da Alegria. Os alunos estavam ansiosos para a prova de matemática, especialmente Natália, que sempre se dedicava aos estudos. Ela revisou suas anotações no intervalo, sentindo-se confiante.
— Você estudou bastante, Natália! — disse sua amiga Beatriz, enquanto mordia um biscoito. — Vai se sair muito bem!
Natália sorriu, mas no fundo, estava preocupada. Sempre que tinha uma prova, sentia que algo poderia dar errado. E, como se o universo estivesse ouvindo seus pensamentos, algo realmente deu errado. Quando chegou a hora da prova, o professor Carlos entrou na sala com uma expressão preocupada.
— Pessoal, precisamos fazer uma pausa! — ele anunciou, olhando ao redor. — A prova desapareceu!
Um murmúrio de confusão se espalhou pela sala. Natália arregalou os olhos, não conseguindo acreditar no que ouvia.
— Como assim, desapareceu? — perguntou Lucas, que estava sentado ao seu lado. — Isso é impossível!
— Não é impossível, mas é muito estranho — respondeu o professor, cruzando os braços. — A última vez que vi a prova foi na minha mesa, antes da aula.
Natália olhou para Beatriz, que parecia tão perplexa quanto ela. O que poderia ter acontecido? A prova não poderia simplesmente ter sumido. Com uma determinação crescente, Natália decidiu que precisava investigar.
— Vamos descobrir o que aconteceu! — sussurrou para Beatriz, que assentiu, animada.
As duas amigas começaram a interrogar os colegas. Primeiro, foram até João, o menino mais brincalhão da turma.
— Você viu a prova do professor Carlos? — perguntou Natália.
— Não! Estava muito ocupado brincando de bola no pátio — respondeu João, desviando o olhar.
Natália e Beatriz se entreolharam, mas não estavam convencidas. O próximo na lista era Rafael, que costumava estar sempre alerta.
— Rafael, você viu a prova? — questionou Beatriz.
— Eu vi o professor colocando algo na gaveta antes da aula — ele respondeu, coçando a cabeça. — Mas não sei o que era.
— Precisamos verificar a gaveta! — exclamou Natália, sentindo a adrenalina correr. Elas correram até a sala dos professores, onde a gaveta do professor Carlos estava.
Natália puxou a gaveta com cuidado, enquanto Beatriz olhava ao redor. Dentro, havia papéis, canetas e, para seu espanto, um pequeno bilhete.
— Olha isso! — disse Natália, segurando o bilhete com uma expressão intrigada. O bilhete dizia: “Se não encontrarem a prova, procurem o armário do armazenamento.”
— O que será que isso significa? — Beatriz perguntou, nervosa, mas empolgada.
— Vamos ao armário! — Natália decidiu, já se dirigindo para a porta. O armário ficava em um canto escuro da escola, onde a maioria dos alunos não costumava ir.
Ao chegarem, o armário estava trancado, mas havia uma chave pendurada em um prego ao lado. Natália hesitou, mas a determinação falou mais alto.
— Vamos abrir! — disse ela, enquanto girava a chave na fechadura. A porta rangeu ao se abrir, revelando prateleiras cheias de material escolar e caixas.
— Olha! — Beatriz apontou para uma caixa no canto. — Será que está lá?
Natália puxou a caixa e, com um pouco de esforço, a abriu. Dentro, havia pastas, mas não tinha a prova. Um pouco desanimadas, elas foram vasculhando as pastas, até que, de repente, Beatriz avistou algo.
— Natália! Aqui! — gritou, segurando uma pasta azul.
Natália correu até ela e, ao abrir, encontrou a prova do professor Carlos, amassada e coberta de tinta.
— Como isso foi parar aqui? — perguntou Natália, confusa.
— Parece que alguém a colocou aqui de brincadeira! — Beatriz respondeu, rindo.
Elas decidiram levar a prova de volta ao professor. Quando chegaram à sala, Carlos estava conversando com outros professores, parecendo preocupado.
— Professor! — Natália chamou, segurando a prova. — Nós encontramos!
O professor se virou, surpreso.
— Onde vocês acharam isso?
— Estava no armário! — Beatriz disse, enquanto entregava a prova. — Alguém colocou lá de brincadeira.
Carlos respirou aliviado, olhando para a prova.
— Obrigado, meninas! — disse ele, sorrindo. — Vocês foram verdadeiras detetives!
Natália e Beatriz trocaram olhares de satisfação. Elas se sentiram bem por terem resolvido o mistério e, acima de tudo, por terem trabalhado juntas.
A prova, que poderia ter causado muito estresse, agora era apenas uma lembrança divertida de uma aventura inesperada.
— Vamos nos preparar para a próxima prova! — sugeriu Natália, e as amigas riram, já pensando nas próximas aventuras que poderiam compartilhar.
Perguntas sobre a história
- O que você faria se a sua prova desaparecesse?
- Como Natália se sentiu ao descobrir que a prova havia sumido?
- Qual foi a primeira pista que Natália e Beatriz encontraram?
- O que você acha que aconteceu com a prova antes de ser encontrada?
- Como a amizade de Natália e Beatriz influenciou a resolução do mistério?
- Você já participou de uma aventura como a de Natália? Como foi?
- O que você aprendeu com a história de Natália?
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