Gustavo e o Convite Sem Remetente

Gustavo era um menino curioso, sempre em busca de aventuras. Mas, um dia, um convite misterioso o levou a um grande mistério em sua própria casa.

Gustavo e o Convite Sem Remetente

Era uma manhã ensolarada quando Gustavo encontrou um envelope entre os livros na estante da sala. O envelope era simples, sem remetente, mas tinha seu nome escrito com letras caprichadas. Intrigado, ele chamou sua irmã, Laura.

— Olha, Laura! O que você acha que é? — perguntou Gustavo, segurando o envelope com as mãos tremendo de expectativa.

Laura, que estava desenhando no chão, levantou a cabeça, os olhos brilhando de curiosidade.

— Vamos abrir? — sugeriu ela, já se levantando.

Juntos, eles desprenderam a aba do envelope e encontraram um convite. Estava escrito: “Você está convidado para uma caça ao tesouro. Encontre o primeiro pista no lugar onde os sonhos se tornam realidade.”

— O que será que isso significa? — indagou Gustavo, coçando a cabeça.

Laura pensou por um momento e então respondeu:

— Deve ser no nosso quarto! É lá que sonhamos!

Os dois correram para o quarto, animados com a possibilidade de uma aventura. Ao chegarem, Gustavo olhou ao redor, tentando encontrar algum indício. Foi quando, debaixo da cama, ele avistou um pedaço de papel. Com um grito de alegria, ele se agachou para pegar.

— Olha, mais uma pista! — exclamou, desdobrando o papel.

A pista dizia: “A próxima pista está onde as folhas dançam ao vento.”

— Isso deve ser no quintal! — falou Laura, já correndo para a porta.

Assim que chegaram ao quintal, o vento soprava suave, fazendo as folhas das árvores se moverem. Gustavo e Laura começaram a procurar por algo que indicasse a próxima pista. Depois de alguns minutos de busca, Gustavo notou algo brilhante entre as folhas.

— Laura, vem ver isso! — gritou, apontando para o chão.

Laura correu até ele e encontrou uma pequena caixa. Ao abri-la, havia outra pista dentro:

“Para saber o que procurar, pense no que mais você ama. O próximo lugar é onde as memórias são feitas.”

— Memórias? — falou Laura em voz alta. — Isso pode ser a sala de estar, onde sempre assistimos filmes!

— Vamos lá! — respondeu Gustavo, animado.

Na sala de estar, eles reviraram o sofá e as almofadas, mas não encontraram nada. Depois de um momento, Gustavo se lembrou de algo.

— Espera! E se a pista estiver na sala de jantar, onde fazemos as refeições em família?

Laura concordou com a cabeça, e os dois correram para lá. Ao entrar, Gustavo notou que a mesa estava um pouco desarrumada. Ele começou a olhar embaixo da toalha e, para sua surpresa, encontrou mais uma pista.

— Veja, Laura! Também tem um desenho! — disse ele, mostrando a ela.

O desenho parecia um caminho que levava a um lugar conhecido. A pista dizia: “Você se lembra do lugar onde fazemos bolos e cookies?”

— É a cozinha! — gritou Laura, já correndo novamente.

Na cozinha, Gustavo e Laura começaram a procurar por toda parte, mas não havia nada. A frustração começou a crescer.

— E se não houver mais pistas? — perguntou Laura, desanimada.

— Não podemos desistir agora! — respondeu Gustavo, determinado. — Vamos olhar com mais atenção.

Gustavo decidiu olhar dentro do armário onde a mãe guardava os utensílios de cozinha. Ao abrir a porta, algo caiu no chão. Era mais um envelope!

— Eu sabia que ainda havia algo! — disse Gustavo, pegando o envelope do chão.

Dentro, estava escrito: “Parabéns por chegar até aqui! O tesouro final está no lugar onde você pode ver as estrelas.”

— O que pode ser isso? — questionou Laura.

— O telhado! Nós podemos ver as estrelas de lá! — exclamou Gustavo.

Os dois correram para o escada que levava ao telhado. Quando chegaram lá em cima, o céu começava a escurecer, e as estrelas começaram a aparecer uma a uma.

— Olha! — apontou Laura, maravilhada. — É tão bonito!

No centro do telhado, havia uma caixa maior, decorada com estrelas. Ao abrirem, encontraram dentro vários doces, chocolates e um bilhete que dizia: “Para os melhores caçadores de tesouros.”

Gustavo e Laura se entreolharam, com sorrisos largos no rosto.

— Essa foi a melhor aventura que já vivemos! — disse Gustavo, pegando um chocolate.

— E o melhor de tudo é que foi uma aventura juntos! — respondeu Laura, dando-lhe um abraço.

Os irmãos ficaram ali, comendo doces e observando as estrelas, guardando para sempre aquela memória especial de um dia de mistério e diversão.

Perguntas sobre a história

  1. O que Gustavo encontrou no envelope?
  2. Onde estava a primeira pista da caça ao tesouro?
  3. O que a pista sobre “folhas dançando ao vento” indicava?
  4. Por que Gustavo e Laura pensaram na sala de jantar?
  5. Qual foi o tesouro encontrado no telhado?
  6. O que a aventura significou para Gustavo e Laura?
  7. Como você se sentiria se encontrasse um convite misterioso?

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